domingo, 17 de agosto de 2008

Zebra do campeonato francês


O time de futebol daqui de Grenoble, o GF38, subiu pra primeira divisão francesa e està surpreendendo. É atual lìder isolado do campeonato francês e destaque nas manchetes de jornais.

Ok, é a segunda rodada do campeonato...

O Nàutico fez parecido no brasileiro esse ano, mas agora està correndo da zona de rebaixamento, enquanto o glorioso Sport começou por baixo mas não passa do nìvel mediano. Pelo menos não estamos tão perto do pelotão de baixo :P

O pròximo jogo do Grenoble é contra o Lyon, que vem papando o campeonato francês desde 2002. Acho q a festa "grenobloise" acaba aì. Agora com o Grenoble na primeira divisão as pessoas vão começar a ouvir falar menos raramente da cidade onde estamos :)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Piada de brasileiro

Contaram pra mim, pela segunda vez, a mesma piada de brasileiro em menos de um mês. Fazemos piadas com português, judeu, turco (que por sinal foi um que me contou da segunda vez) e agora tive que ouvir piada sobre nòs ...

Sou meio ruim pra lembrar de piada, mas foi mais ou menos assim:

Dois franceses conversando, aì um fala pro outro:
- Fogo é o Brasil, né bicho? Lugarzinho que sò tem puta e jogador de futebol.
- Cara, minha esposa é brasileira...
- Ah é ?! Qual o time que ela joga?

Outras frases bizarras que o pessoal vive dizendo, tudo relacionado à (homo)sexualidade:
  • "O cara era um transsexual brasileiro"
  • "foi/vai fazer cirurgia de troca de sexo no Brasil"
  • "fazer uma cirurgia plàstica no Brasil"
  • "Colocar silicone no Brasil"
  • "um string brasileiro (fio dental)"
Tudo isso eu jà tinha escutado antes de Ronaldo aprontar aquela com a "senhorita" que ele pegou na rua e foi parar na delegacia.
Bem, aquela piada infame poderia ter sido pior...

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Bolinha de gude gigante


Quase 15:00 e estou voltando de uma pausa de almoço esticada. Em mais uma confra aleatòria da equipe aqui do lab, dessa vez rolou sanduìches, cerveja (e suco para os que não bebem :P ) e ...
pétanque!

Em plena terça-feira. Depois falam por aì que brasileiro não gosta de trabalhar :)

Eu sempre via o povo aqui jogando isso em praças e parques, e hoje joguei pela primeira vez. Bolinha de gude gigante. Momento nostàlgico que trouxe imagens da infância à tona (geralmente eu perdendo, hehehehehe).
E segue o intercâmbio cultural, sempre interessante.

domingo, 27 de julho de 2008

O milagre da transformação da vodka em vinho

Acho que todos os brasileiros que moram no exterior devem exercem um papel de cônsuls honoràrios e voluntàrios da cultura brasileira. Seja divulgando a mùsica, culinària, història, etc.
Fazendo minha parte, quando me junto em alguma festinha, confra, etc com a galera do laboratòrio, a caipirinha, nosso drink nacional, é de praxe e sempre bem-vinda por todos. Como o estoque de cachaça acabou, dessa vez foi com vodka, ou seja, saiu caipiroska.

Tinha limão demais e bebida de menos... Ficou mais limonada que caipirinha :)


Em dado momento, a vodka acabou e a ùnica bebida que restava era vinho tinto. Sacrificamos um vinho francês soh pra dar fim nos limões e saiu uma "caipivinho". Um primo pròximo da sangria, mas parente distante da caipirinha.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

22 minutos para cancelar um cartão de crédito

Um absurdo!!!

Acabo de cancelar meu cartão Santander Smiles Varig.
Tenho que ficar explicando pros adestrados là do atendimento o porquê do cancelamento.
  • Não estou no paìs.
  • Tà complicado pra eu pagar as contas à distância.
  • Tenho outros cartões de programas de milhas, blablabla.

Ok, peraì.
Por quê explicar tanto?

Perdi minha paciência.

Depois de 22'34" consegui cancelar o cartão, com direito ao estorno dos valores do "seguro anti-roubo".
Resumo do pequeno drama:
1. Fui atendido por uma gravação, como sempre...

2. Precisei verificar o saldo, e intencionalmente/impacientemente digitei opções erradas varias vezes pra falar com um "humano" (zero zero nove funcionou)
3. Fui atendido e digo que quero cancelar o cartão. Transferência de ligação para "o setor responsàvel".

4. O atendente insistente me diz que é importante ter o cartão pro caso de uma emergência, etc e tal. Ele vai estornar o valor do seguro que estava sendo cobrado no cartão e iria parar de cobrà-lo. Pensei: "Obrigado, cidadão. Vou dar uma chance para tua empresa". Doce ilusão minha. Ele transfere a ligação pro departamento do seguro do cartão.
5. A senhorita me diz que pode estornar o valor do seguro que continuaram cobrando durante a inatividade do cartão, mas no outro mês continuariam cobrando. Perco a paciência, e digo que não quero mais o cartão. Vou cancelar. Transferem a ligação pro setor de cancelamento...

6. Depois de eu confirmar meus dados pela testiculésima vez, a outra senhorita argumenta com seu texto padrão porque eu deveria ficar com o cartão. Digo vàrias vezes que quero cancelar, e a nobre guerreira continua insistindo em seus argumentos.
Perco a paciência e digo: "NÃO SEI QUAL PARTE DA FRASE VOCÊ NÃO ENTENDEU. A FRASE É: 'EU QUERO CANCELAR O MEU CARTÃO!' ". Alguns segundos de silêncio. Talvez a senhorita queria me mandar tomar malibu, mas ela desistiu de todos os argumentos, manteve a "politesse" e disse: "Ok senhor. Anote o nùmero do seu protocolo".


Consegui. Haja paciência!
Viva o
VoIP, senão esses 22 minutos iam me quebrar!

E pra completar, a Varig insistiu em prorrogar os vôos , mas està parando de voar pra Europa...
Alguém quer comprar milha aì ?

sábado, 12 de julho de 2008

Brasil x França

Agora que passou o sufoco estou com tempo pra ver TV :)
Pela primeira vez assisti a um jogo do Brasil por aqui. Estava "zapeando" a TV e estavam exibindo Brasil x França pela liga mundial de Volley, em Belo Horizonte.
Achei engraçado o que o comentarista falou de Bernadinho ele reclamou da perda de um matchpoint: "O time està prestes a ganhar e Bernardinho nunca està satisfeito".
Em outro post falarei um pouco sobre a perspectiva que pode-se ter do Brasil vendo-o do lado de cà, sem contar com o ponto de vista esportivo...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Eu sou brasileiro e não desisto nunca

Até o presidente jà falou isso. Agora é minha vez de usar jargões batidos para expressar minha alegria.
Quem ri por ùltimo ri melhor.
Quem colhe planta.

A pequena longa història de meu trajeto iniciou-se hà um ano e meio. Decidi que precisava mudar, mas se mudasse de emprego ia ficar na mesma, apenas num emprego diferente. Enquanto pesquisava para a monografia da pòs da UEA, bateu vontade de experimentar um pouco o mundo da pesquisa acadêmica. Venho de universidade particular, e tive que estagiar e trabalhar pra ajudar minha mãe a pagar as mensalidades, e com o tempo ir assumindo totalmente o gosto salgado do estudo privado. Na hora da iniciação cientìfica, optei por um estàgio em empresa de desenvolvimento de Software. Sabia que com alguns meses estaria ganhando bem mais. Então, agora era a hora. Resolvi que ia estudar fora. Minha esposa não curtiu muito a idéia no inìcio.

Escolhi com quem e onde queria fazer pesquisa. O destino é engraçado, tinha acabado de me matricular no francês pensando numa possibilidade remota de imigrar para o Quebéc (Canadà). A França terminou sendo o paìs de destino acadêmico...
Era preciso fazer a candidatura para as duas universidades, e se eu fosse escolhido precisava de um teste atestando minha proficiência no francês. Que proficiência? Eu era nìvel 1. Zerado. Comecei a queimar pestana e virei autodidata. Precisava atingir o nìvel intermediàrio. Viva a Internet e seus recursos

Uma sèrie de palavras desestimulantes poderiam ter abalado meu curso se eu tivesse dado ouvidos aos outros:

1 - Viajei em Abril de 2007 de férias pra Belém, e fui na Aliança Francesa de là me informar sobre o teste. Manaus não aplicava o TCF. A funcionària que me atendeu disse que era melhor eu fazer o teste no ano seguinte e falou que eu não iria atingir o nìvel desejado se fizesse naquele momento.

Mandei os dossiês de candidatura mesmo assim. Eu acreditava em mim, mas no fundo sabia que podia dar errado. Por que não tentar?

2 - Fui pra São Paulo um mês e meio depois fazer o teste. Até então ninguém sabia desta "loucura" que eu estava cometendo. Encontrei-me com dois amigos de faculdade que estavam morando là hà algum tempo, e contei porque estava em SP, o lance do teste etc. Um deles me perguntou: "Ah, então tu jà foi selecionado?". Respondi que não, mas os possìveis orientadores disseram que eu tinha chance, logo, iria precisar comprovar proficiência n lìngua. Como dois gaiatos que são, não deixaram barato e fizeram chacota de mim :)

Em julho soube que fui selecionado na universidade em que estou. Duas semanas depois chega a carta da outra universidade com resposta positiva também. Recebi o resultado do teste de francês também. Nivel intermediario, equivalente ao B1. O nivel minimo pedido pela universidade...
Hora de dar entrada no visto.
Segundo falaram, fui o primeiro em Manaus a passar através do processo eletrônico do Campus France. Tive que refazer meu dossiê pela Internet porque este procedimento era obrigatòrio a partir de 2007.

3 - Eu deveria tramitar copias de documentos e os passaportes pelo consulado honoràrio de Manaus, que enviaria tudo pra Brasìlia. Entrei em contato por telefone com a gentil secretària, que perguntou como eu seria financiado. Eu disse que não tinha bolsa, e que ia deixar meu emprego e vender meu carro pra ir. Ela achou um absurdo (foi um tanto anti-ética a reaçao dela) e o que ela insinuou deu a entender que eu era um imigrante disfarçado de estudante. Não achei correta a postura dela, afinal eu ia fornecer todos os documentos. Falei depois que minha esposa ia junto. A gentil senhora manifestou-se de uma forma que eu me questionei se ela realmente trabalhava em um consulado. Pessoalmente ela foi menos negativa. Menos mal...

Fiz uma cartinha pra embaixada pedindo pra agilizar devido a motivos que expliquei. Entraram em contato comigo dizendo que o visto estava ok e mandaram SEDEX direto pra minha residência em Manaus.

4 - Jà podia revelar a proeza maluca. De julho até o momento do embarque pra França em setembro, ouvi vàrios tipos de comentàrio: de estìmulos à baldes de àgua fria, a maioria deu força, mas alguns poucos, de amigos à parentes, me olhavam com um olhar estranho quando eu dizia que viria sem bolsa pra cà e falavam horrores do custo de vida da Europa. Parece até que o otàrio aqui não tinha pesquisado os preços das coisas. Eu jà tava sabendo preço de aluguel, transporte, comida, etc.

Trabalho com TI, e se o mundo não pipocar com alguma crise, tem muito mercado pra nòs por muitos anos. O dinheiro vai, mas vem de novo.

5 - Jà na França, comentava com colegas daqui sobre seguir em tese num doutorado. Problemas polìticos de orientadores versus chefes não me favoreciam muito a continuar em tese. Precisava mostrar serviço. Botei na cabeça que tinha que publicar algo da pesquisa do mestrado antes da defesa. Meus colegas diziam que era dificil publicar em tão pouco tempo e que eu deveria me concentrar na dissertação. Claro que não dei ouvidos. Trabalhando em ritmo forte, desenvolvi o meu projeto, escrevi dois artigos e uma proposta de apresentação técnica em um evento. (Santa paciência da minha esposa!)
Todos achavam que os artigos eram muito técnicos e não eram interessantes de serem publicados, visto o nìvel das conferências, etc. Achavam que sò a apresentação ia passar.

Foi tudo aprovado. Milagrosamente, 100% de aproveitamento até agora.

6 - Pra continuar numa tese precisava de financiamento. Eu não ia pedir bolsa do Brasil, e restavam duas opções pra mim: Bolsa do governo francês ou contrato do laboratòrio. A bolsa daria um pouco mais de liberdade no tema de pesquisa, jà o contrato limitaria-me ao domìnio do projeto que me financiaria. Como sempre, colocaram terra no meu pedido de bolsa. Disseram que é difìcil, que sò as melhores notas conseguem e que isso, aquilo, etc. Era melhor ficar com o contrato mesmo, era o mesmo valor, etc etc. Fiz o dossiê do pedido.

Esta semana recebi uma bolsa do governo francês. Melhor que a do CNPq, por sinal :)
Não fui "top" da turma, mas chegou bolsa pra mim. Estou sem "amarras" na minha pesquisa.

Ok, història comovente. E daì?

Tento mostrar que opiniões externas não devem nos abalar ou desviar de nossos objetivos. Não se deve mudar de metas por que A ou B acha errado ou acha que não vai dar certo. Sempre é bom refletir sobre crìticas, mas somos nòs que sabemos dos nossos limites, dos nossos objetivos, sonhos, planos. Antes de qualquer outra pessoa, acredite em si pròprio. Meus pròximos 3 anos em tese podem até ser medìocres, mas esse ano de vitòrias nunca esquecerei. Insisti no que acreditava e tudo deu certo.

Considero-me sortudo, ilumidado, ou qualquer outro adjetivo que achem adequado. Mas se eu não tentasse, não tinha sorte do mundo que fosse fazer tudo isso acontecer. Tem que se mexer pra poder sair do lugar. O tempo todo recebi confiança e palavras de estìmulo de minha esposa, que mesmo não curtindo muito essa idéia de vir morar fora do paìs e ficar ainda mais longe da famìlia, embarcou comigo nessa jornada "louca". Nessas horas você vê como o amor é cego :)

Se alguém tem algum plano ousado e està naquela situação tipo "com uma asa delta e parado na frente do abismo", espero que este post sirva de empurrãozinho. Você consegue alçar vôo e chegar do outro lado. Pode acreditar. E se não tentar, vai se arrepender depois.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Festa da Musica e Euro2008 em Genebra


Muvuca no fim de semana em Genebra.
Ela é uma das cidades sede da Euro 2008 (talvez mais conhecida por nòs do Brasil como Eurocopa). Os jogos de là ja tinham acabado, e o restante seria em outras cidades da Suiça e Austria, mas havia vàrios telões espalhados pela cidade e os "Fan Zones" com arquibancadas, telões gigantes e toda uma infra-estrutura montada: segurança, banheiros pùblicos, barracas de comida, bebida, etc. Tomara que em 2014 tenhamos algo do gênero no Brasil, pois ingresso de copa do mundo é pra uma minoria.

Pra completar esse carnaval todo que tava rolando là, neste fim de semana aconteceu em vàrios locais do mundo a Festa da Mùsica, que é celebrada em vàrios paìses com a chegada do verão no hemisfério norte (bote verão nisso viu. Que calor brabo!).

E em Genebra comemoraram "com força" essa festa. Dezenas de conjuntos tocando, vàrios palcos em diferentes locais da cidade e até gente tocando sem palco mesmo. Barracas de comida, bebida, artesanato,etc etc etc. A festa não chega a ser como nosso carnaval de rua em Olinda e Recife, mas é bacana. Muito legal mesmo. E falando em coisa nossa, eu não sabia que caipirinha tinha ficado tão popular mundo afora. Tinha barracas de bebida brasileiras e não brasileiras que vendiam caipirinha em vàrios locais. Algumas fotos sobrepostas no inìcio do post...
Abaixo tem um video de uma das bandas que achamos legais. De quebra tem um Robert direto de Africa.


terça-feira, 17 de junho de 2008

"Pseudo Off-Shore": Qual a fronteira do home-office?

Primeiro, os jargões para os desavisados:
Off-shore
Home-office (foi o melhor que achei no momento...)

Agora, o post propriamente dito:
Hà algumas semanas contactei alguns amigos que trabalham em uma empresa que ocasionalmente terceiriza
para pessoas fìsicas o trabalho de desenvolvimento de software, usando o formato de home-office. Dois amigos meus jà haviam feito trabalho para eles, sem maiores problemas. Assinam um contrato, fazem o serviço e trafegam os arquivos via VPN pela Internet. O recibo é através de uma nota avulsa pela prefeitura.

Ok. Otimo. Dá pra fazer.

Estou na França, mas tenho conta no Brasil, procurador, residência fixa (visto que o estatuto de estudante sob o qual vivo aqui implica em residência temporària). Minha ùnica dùvida que deixei clara para o pessoal era se eu conseguiria emitir nota por procuração. Semana passada liguei para um posto de serviços da prefeitura de Recife (Expresso cidadão) e me informaram que o procurador poderia emitir, sim, o recibo.

Ok. Otimo. Dá mesmo. Acho que vai ser mais fácil do que pensei.

Avisei semana passada ao pessoal de là que o recibo é tranquilo e podemos dar inìcio à formulação do contrato de serviço temporàrio.

Ontem fui informado que o setor jurìdico da empresa não aceitou alegando que teriam dificuldades com o Ministério do Trabalho visto que o prestador de serviços reside no exterior. Entendo (lembrei de Pelé, entende?).

Fica a minha pergunta: onde està a fronteira do home-office versus offshore. O offshore é caracterizado pela terceirização formal de serviços para uma empresa de outro paìs, geralmente com mão-de-obra mais barata. Um terceirização pela qual o Brasil luta pra abocanhar uma fatia maior do bolo global.

Sou pessoa fìsica com residência fixa no Brasil (não sou legalizado na França, apenas estou legalizado), conta bancària no Brasil, procurador pra emitir a nota que pediram, mas fui provavelmente enquadrado como off-shore pela alegação do jurìdico.

Não fiquei chateado com eles, mas fiquei tentando entender ou interpretar de vàrias formas a situação:

Suposição 1:
E se eu tivesse assinado um contrato antes de viajar e começasse o serviço daqui? Seria um caso de “pseudo off-shore”? O dinheiro continuaria entrando em uma conta brasileira e o trabalho transparentemente trafegando via Internet.

Suposição 2 (um pouco "workaholic"):
Se eu quisesse viajar de férias pra outro paìs e passar 15 dias passeando, mas conseguindo trabalhar as 5 horas diàrias (ou dependendo do fuso, “noturnas”) do contrato? Seria “pseudo off-shore” também?

Suposição 3:
Se eu nunca dissesse que estou na França, passasse meu endereço de Recife, minha familia faria o “proxy” enviando o contrato pra cà, eu assinava aqui, mandava pra meu endereço e redirecionariam pra empresa. Eu faria o serviço, o dinheiro entraria na minha conta do Brasil e o recibo seria enviado. Algum sinal de pseudo off-shore aì ? Sò se o meu endereço IP quando eu me conectasse na VPN...

Talvez a suposição 3, baseada na omissão de fatos resolvesse o problema ;)

Não entendo muito de legislações, mas imagino que um bom interpretador de texto que sabe persuadir faz màgica interpretando leis. Termino esta història cheio de dùvidas...

Estamos de fato perante uma situação de off-shore? Quais as fronteiras legais, geogràficas e virtuais em um caso como este? Bom virtual eu acho que nenhuma, pois a Internet permite-nos trabalhar de onde for, mas quanto às duas primeiras, não saberei responder com precisão.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

É Campeão!!!!!



Sport Sport Sport Sport!!!

SPORT campeão!!!
Valeu a pena acordarmos aqui às 3 da manhã pra ver o jogo!!